Fé e Devoção: Imagem Peregrina de Nossa Senhora do Rocio Visita a Comunidade de Calógeras em Arapoti
Fiéis participaram de procissão, missas e momentos de adoração durante os dias 20 e 21 de dezembro, em um evento que fortaleceu a espiritualidade local. A comunidade de Calógeras, em Arapoti (PR), vivenciou um final de semana de intensa espiritualidade e devoção com a visita da imagem Peregrina de Nossa Senhora do Rocio, Padroeira do Paraná. O evento, realizado nos dias 20 e 21 de dezembro de 2025, foi um convite à reflexão e à oração, reunindo dezenas de fiéis na Capelania local, que também leva o nome da santa. A visita foi marcada pela presença ilustre do Reitor do Santuário Estadual, Pe. Dirson, acompanhado de sua equipe missionária. Eles foram acolhidos pelo anfitrião, Padre Rubens Coelho, que organizou a programação especial para receber a Mãe do Rocio. Programação Intensa Marca a Visita As atividades começaram na noite de sábado, dia 20 de dezembro. Às 18h, os fiéis se reuniram para a acolhida da imagem, seguida por uma emocionante procissão luminosa que percorreu as ruas até a Igreja de Calógeras. O cortejo, iluminado por velas, simbolizou a luz da fé guiando o caminho da comunidade. Logo após, foi celebrada uma Santa Missa solene. A noite se encerrou com um profundo momento de oração: a Adoração ao Santíssimo Sacramento, durante a qual os presentes meditaram os mistérios gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos do Santo Rosário. No domingo, dia 21, a programação continuou pela manhã. Às 9h30, os devotos participaram da Novena da Mãe do Rocio, reforçando seus pedidos e agradecimentos. Em seguida, uma Santa Missa de despedida foi celebrada, marcando o encerramento da visita. Para coroar o evento, uma carreata festiva percorreu a cidade, levando as bênçãos da Padroeira a todos os lares e encerrando a visita missionária com grande comoção. A passagem da imagem peregrina pela capelania de Arapoti representou um importante momento de renovação da fé e união para a comunidade local, deixando um legado de esperança e devoção. porEduardo Lopes